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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Nota: 4.8/5 estrelas
Titulo original: Empire of Storms
Autor: Sarah J. Maas
Série: Trono de Vidro, livro 5, Tomo 1 e 2
Editora: Galera Record
Páginas: Tomo 1 - 364 / Tomo 2 - 322
Antes de serem traídos pelo atual rei, os Galathynius reinaram em Terrasen por séculos. E agora Aelin deseja recuperar a coroa e voltar a seu trono de direito... Mas o caminho até lá é longo e sinuoso. Amigos serão perdidos, lealdades serão quebradas e alianças inesperadas surgirão. Com a vida e poder jurados ao povo que está determinada a salvar, a antiga assassina, conhecida como Celaena Sardothien, colocará a própria segurança em risco para proteger os seus. Mas a única salvação está numa relíquia enterrada nas ruínas de um velho pântano.
Nesse livro é que começamos a ver o cenário de guerra se materializar, os personagens escolhendo seus aliados, inimigos, ou até mesmo escolhendo um lado e acabando em outro. Falemos então dos personagens.

Aelin começa a tomar uma postura realmente de rainha, onde ela escolhe em que momentos agir sozinha e em que momentos compartilhar, eu particularmente vi uma rainha nesse livro e espero que todos também tenham visto. Claro que muitas vezes suas atitudes podem ser confundidas como egoístas, mas ao meu ver totalmente razoáveis dadas a circunstâncias.

Gente, o que aconteceu com o Dorian nesse livro? Eu esperava um rei ressurgindo das cinzas, mas não! Dorian realmente ficou apagado nesse livro, parecia um membro submisso da corte de Aelin, o que está totalmente errado já que ele é o Rei de Adarlan!!! Espero mesmo que nos próximos livros eu veja um Dorian forte, vivo e mandando a nossa Rainha calar a boquinha de vez em quando, o que não faz mal pra ninguém e ela ás vezes merece mesmo.

Eu esperava que a autora fosse explorar mais o nosso rei, agora que ele não está ao lado de Chaol, que por sinal (Graças a Deus, na minha opinião) não marca presença nesse livro, mas será peça-chave no próximo (pra minha desgraça).

Preciso confessar que amei a dinâmica Elide e Lorcan se ajudando e desconfiando ao mesmo tempo, era uma das partes do livro que eu mais gostava de ler. E nosso príncipe feérico maravilhoso? SIM SIM SIM, VAMOS FALAR DELE! Gente, esse livro não pertence a Aelin, me desculpem mas pertence a Rowan, ele cresce como personagem assustadoramente do meio para o final. E é claro eu adorei, porque eu amo ele, então se ele fica bem, EU fico bem hahahah.

Manon minha personagem preferida nessa saga, assim como Dorian, ficou extremamente apagada. Eu realmente esperava mais sabe? Que colocaria banca na p**** toda! Mas não foi bem o que aconteceu, no entanto acredito que nossa Líder Alada fará isso no próximo livro, já que encontrou seu propósito em meio à guerra. Coisa que o maravilhoso do Dorian ainda não conseguiu encontrar (no quinto livro...), ou seja ele continua na sofrência eterna.

Como eu sou a rainha dos spoilers, não falarei mais sobre a história. Só vou dizer que fiquei muito revoltada com a divisão dos livros no início, mas que quando estava lendo (coisa que eu faço na maior parte do tempo na rua) eu realmente amei a divisão, porque ficou muito mais fácil de carregar o mesmo, e a editora soube dividir a história muito bem. O final dos dois tomos deixa você sem ar, só tem isso pra dizer.

E vocês, o que acharam? O que esperam do próximo livro? Deixe aqui nos comentários!!

Até a próxima!

Tomo 1
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Outras opiniões: GOODREADS/ SKOOB


Tomo 2
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quinta-feira, 22 de junho de 2017


Nota: 4/5 estrelas
Título original: The Assassin’s Blade
Autor: Sarah J. Maas
Série: Trono de Vidro, livro 0.1-0.5
Editora: Galera Record
Páginas: 406
Conheça o caminho da assassina. Pavimentado com sangue, lágrimas e suor. Implacável, sedutora, letal. Poucos conhecem seu rosto, menos ainda sobrevivem à sua fúria. Não à toa Celaena Sardothian é sinônimo de morte. Suas lâminas são certeiras, assim como seu estranho código de honra e seu aguçado senso de justiça. Mas como uma menina, encontrada agonizando pelo rei dos Assassinos de Adarlan, se tornaria a campeã do rei? Disputada pelo capitão da guarda real e o próprio príncipe herdeiro? No centro de intrigas políticas?
Acompanhe Celaena vencer um lorde pirata e toda sua tripulação; o encontro como uma curandeira; seu treinamento com o Mestre Mudo, senhor dos assassinos silenciosos, nas dunas do deserto Vermelho; a prisão nas Minas de Sal de Endovier; ou, ainda, sua luta contra o mais escorregadio e traiçoeiro dos adversários — o próprio coração.
A primeira vez que li este livro, foi logo após ‘Trono de Vidro’, afinal nesse volume temos cinco contos que vão nos mostrar o que aconteceu para que Celaena fosse parar nas Minas de Sal de Endovier, assim como conhecermos Sam, o primeiro amor de nossa heroína. No entanto, tive que reler a obra, pois seus três primeiros contos têm ligação direta com o recém-lançado ‘Império de Tempestades’ e o ainda não lançado Tower of Dawn (quinto e sexto volumes da saga, respectivamente).

O livro se inicia com A Assassina e O Lorde Pirata, onde vemos uma jovem Celaena Sardothien, de apenas 17 anos e a melhor assassina de Arobynn, sendo enviada para as Ilhas Mortas junto de Sam, para tratar de negócios com o pirata Rolfe (personagem recorrente em ‘Império de Tempestades’). Porém, quando vê que se trata de um comércio de escravos, ela resolve agir por conta própria, dando início a mudanças que iriam alterar para sempre sua vida. No segundo conto, A Assassina e A Curandeira ela está à espera de transporte que a levaria para o Deserto Vermelho quando conhece a curandeira Yrene (um dos pontos de vista que estará em Tower of Dawn) numa pequena estalagem. 

Em A Assassina e O Deserto, Celaena precisa treinar com o Mestre Mudo e seus Assassinos Silenciosos como punição, e é lá que conhecemos Ansel (outra personagem importante em ‘Império de Tempestades’) e que nossa protagonista começa a amadurecer. Finalizando, temos A Assassina e O Submundo, onde vemos que Arobynn não vai esquecer tão facilmente o que ela fez e em A Assassina e O Império, vemos como ela foi parar nas Minas de Sal de Endovier.

Foi um tanto difícil ler esse volume, já que depois de cinco livros vemos bem o desenvolvimento pelo qual Celaena passou e quem ela se transformou agora. Então, lê-lo foi como regredir no tempo, quando a personagem era incrivelmente mimada e metida, preocupada com aparências e o título de a grande Assassina de Adarlan. Mas mesmo assim, vemos mudanças sutis na personagem, principalmente depois que passa a conhecer outras pessoas de fora de Adarlan e a treinar com o Mestre Mudo. Sam também é uma pessoa importante para o crescimento da personagem, mesmo que eu não o tenha achado tão interessante assim. De todos, meu conto favorito é o terceiro, A Assassina e o Deserto, por todos os diferentes ensinamentos que ela aprende no deserto, e é claro que pela Ansel também.

Um livro importante para a saga, que preenche algumas lacunas do quebra-cabeça que é Celaena Sardothien, que apesar de serem contos separados, seguem uma linearidade, contando uma história só da queda da protagonista. Agora fica a critério do leitor, ler antes de iniciar a saga ou deixar pra ler depois de ‘Rainha das Sombras’ ou dos outros livros.

Comente aqui embaixo um conto de uma saga que tenha sido interessante.
Beijinhos!

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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Nota: 4,7/5
Titulo original: Queen Of Shadows
Autor: Sarah J. Maas
Série: Trono de Vidro, livro 4
Editora: Galera Record
Páginas: 644
Todos que Celaena Sardothien amou lhe foram tirados. Mas finalmente chegou a hora da retribuição. A vingança promete ser tão dura quanto o aço da Espada de Orynth — a espada de seu pai. Finalmente Celaena retornou ao império; por justiça, para resgatar seu reino e confrontar as sombras do passado.

A assassina está morta. Ela abraçou a identidade de Aelin Galathynius, rainha de Terrasen. Mas antes de reclamar o trono, precisa lutar. E ela vai lutar. Por seu primo, a Puta de Adarlan, o general do Norte... um guerreiro preparado para morrer por sua soberana; por seu amigo Dorian, um príncipe preso em uma inimaginável prisão; por seu povo, escravizado por um rei cruel e à espera do retorno triunfante de sua líder; por seu carranam e a libertação da magia.

Ao avançar em seu plano, no entanto, Aelin precisa tomar cuidado com velhos inimigos. E abrir o coração para novos e improváveis aliados. Tudo isso enquanto os valg continuam trabalhando nas sombras. E Manon Bico Negro, a Líder Alada das Treze, treina suas bestas voadoras. Mas é de Morath, a fortaleza montanhosa do Duque de Perrington, que uma ameaça como nenhuma outra promete destroçar seu grupo de rebeldes e sua corte recém-formada.

Gente esse livro é de tirar o fôlego! E preciso confessar que fiquei tão, tão empolgada com Rowan na última resenha que acabei não comentando de MANON! Que GAFE... Vou começar falando dela então!

Eu realmente até então não tinha uma personagem preferida e achei que no livro anterior sua relação com Abraxos era muito “Como treinar seu dragão” (Obrigada Débora pela comparação que se encaixou perfeitamente), mas eu já a admirava desde o início e sabia que era importante. Esse livro realmente mostrou para o que ela veio e gostei muito, muito dela. Preciso confessar se tornou minha personagem preferida de todos os tempos!

Aelin tem sua personalidade estabelecida depois que encontra Rowan e assume seu papel de rainha. Nesse livro conhecemos Lysandra, Aedion, Evangeline, Elide e Nesryn, que serão peças chave do livro.

Infelizmente meu amado Dorian sofre desde o livro anterior e como todos já sabem isso não vai passar tão cedo. Confesso que realmente sofri junto com ele e até cheguei a chorar, pois apesar dele não ser meu shipp com a Aelin, ele é meu shipp pessoal.

Em escalas monumentais o que eu não gostei no livro foi o Chaol, meu Deus gente, porque ele ficou tão chato de uma hora para a outra? Ele não deu um tempo na chatice em nenhum diálogo, achei que todas as falas e atitudes dele desproporcionalmente exageradas e sem propósito em relação ao enredo principal. Ele nunca foi um personagem que eu tivesse qualquer afeição, mas até então estava lá e não estava me irritando, mas de repente virou o cara mais chato do mundo. Repetitivo e cansativo.

Esse livro é recheado de informações e personagens novos muito bem introduzidos, cheio de reviravoltas emocionantes, sangue, mortes, verdades aparecendo, corações sendo quebrados e muito mais! É o livro mais completo até agora, um livro que posiciona todas as peças do tabuleiro para o início de um jogo de xadrez.

Deixe aqui nos comentários qual foi o último livro que te deixou sem fôlego ao terminar de lê-lo.

Até a próxima!

Outras opiniões: GOODREADS/ SKOOB



terça-feira, 20 de junho de 2017

 Nota: 5,/5
Titulo original: Heir of Fire
Autor: Sarah J. Mass
Série: Trono de Vidro, livro 4
Editora: Galera Record
Páginas: 518
Celaena ressurge das cinzas ainda mais forte e letal. E parte em uma jornada em busca de uma obscura verdade: uma informação sobre sua herança e seus antepassados que pode mudar sua vida e o futuro de dois reinos para sempre. Enquanto isso, forças sinistras começam a despontar no horizonte e têm planos malignos para dominar o seu mundo. Agora, depende de Celaena encontrar coragem para enfrentar tais perigos, além de seus próprios demônios, e fazer a escolha mais difícil da sua vida.
Meu Deuuuuus! Eu amei muito esse livro, é nele que vemos a história contada no segundo - “Coroa da Meia-Noite” - ganhar forma, ou seja, o início de uma guerra está se formando e adivinha quem ama guerra, sangue, mortes e vilões? EUZINHAAA! Então aguenta coração!

Como eu disse na última resenha, Celaena vinha desenvolvendo sua personalidade, suas crenças, seus afetos, escolhendo o que e quem serviria para estabelecer algum tipo de amizade e relacionamentos, e isso caros leitores não foi à toa, nesse livro começamos a conhecer ela mais profundamente.

Celaena, na minha opinião, é de longe a personagem mais perfeita e imperfeita já escrita! Ela reúne todas as qualidades e todos os defeitos em uma pessoa só, ela é fogo vermelho que nos causa excitação e um fogo azul que nos causa arrepios de medo (e quando falo fogo, quero dizer no sentido literal da palavra mesmo).

 A autora nos dois primeiros livros projetou tudo o que a assassina queria ser em seus amigos, ou seja, Chaol era leal e tinha um senso de justiça inabalável, Nehemia tinha opiniões e objetivos muito concretos, além disso gostava de trabalhar em segredo, e Dorian (meu amado) era um príncipe que estava descobrindo sua posição na corte, e como lidar com seus talentos que até então não fazia ideia de que tinha.

Já nesse livro podemos ver todos esses pontos convergindo na nossa Herdeira do Fogo, ela acha seu propósito, começa a querer justiça, a formar suas próprias opiniões, traçar seus objetivos, descobre seu real papel dentre os reinos e reacende seus poderes, até então escondidos.

E claro deixei a melhor parte para o final porque sou dessas, igual nossa amada e maravilhosa Sarah J. Maas! Rowan, um féerico lindo e maravilhoso que roubou meu coração e minha alma na primeira aparição, para os sanguinários de plantão ele realmente é o par perfeito para Celaena e quem contestar isso não leu o mesmo livro que eu hahah. Agora respondo o porquê de ele ser perfeito: ele é o gelo para o fogo dela! Mais do que isso é spoiler, e sobre Rowan não há palavras além das que estão escritas, então LEIAM!

Contem-me qual personagem que é mil em um só, igual nossa amada/odiada Celaena.

Até a próxima!

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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Nota: 4/5
Titulo original: Crown of Midnight
Autor: Sarah J. Maas
Série: Trono de Vidro, livro 2
Editora: Galera Record
Páginas: 406
Celaena Sardothien, a melhor assassina de Adarlan, tornou-se a assassina real depois de vencer a competição do rei e se livrar da escravidão. Mas sua lealdade nunca esteve com a coroa. Tudo o que deseja é ser livre e fazer justiça. Nos arredores do castelo, surgem rumores a respeito de uma conspiração contra misteriosos planos do rei, mas antes de cuidar dos traidores, Celaena quer descobrir exatamente que planos são esses. O que ela não imaginava é que acabaria em meio a uma perigosa trama de segredos e traições tecida ao redor da coroa. Em Adarlan, um segredo parece se esconder por trás de cada porta trancada, e Celaena está determinada a desvendar todos eles para proteger aqueles que aprendeu a amar.
Nesse livro nós vemos um amadurecimento na personalidade de Celaena, ao meu ver, ela começa a mostrar quais são suas crenças pessoais e qual caminho quer seguir.

Particularmente, não sou muito fã de Chaol com Celaena, acho que eles juntos não combinam em nenhum aspecto, porém entendo o porquê dela se aproximar dele, o capitão tem um senso muito assertivo, ou seja, é uma pessoa correta que aos olhos dela é improvável de cometer uma traição. Ela admira isso nele, pois é uma característica que ela mesma gostaria de ter, no entanto é incapaz dado a sua criação e sua história de vida.

Dorian ganha um pouco mais de representatividade política dentro do contexto, e assim como Celaena, podemos acompanhar o desenvolvimento de sua personalidade. Que ao contrário dela que é extremamente arrogante, esnobe e tem uma autoestima elevadíssima, o príncipe tem uma personalidade sensível, amorosa e generosa, mas não pense que ele não é um homem forte, me arrisco a dizer que de certa forma chega a ser um personagem até um pouco frio.

Nehemia é de longe a personagem que ganha meu coração e minha atenção no livro, cheia de mistérios e propósitos desconhecidos ela faz com que nós e a Assassina fiquemos fissurados toda vez que ela aparece, é uma personagem feminina com um caráter e desejos fortíssimos. Acredito que é isso que atrai Celaena para perto dela para início de conversa, e com isso elas conseguem, apesar dos diversos segredos entre elas, construir uma amizade verdadeira e extremamente emocionante.

Ao todo o livro é muito legal, o início pode até parecer meio parado, pois pensamos “agora que ela é a Assassina Real, será que vamos ter novidades?” Sim meus leitores, vamos ter muuuiiitas novidades! Na minha opinião, é nesse livro que se introduz os fundamentos básicos para que possamos entender o que virá, pois, muitos segredos começam a ser desvendados.

E vocês preferem personagens que vem evoluindo ao longo da saga como Celaena e Dorian, ou preferem personagens que são construídos desde o início com suas personalidades definidas como Chaol e Nehemia? Deixe aqui nos comentários!

Até a próxima!

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Nota: 4/5
Titulo original: Throne of Glass
Autor: Sarah J.Maas
Série: Trono de vidro, livro 1
Editora: Galera Record
Páginas: 423
Nas sombrias e sujas minas de sal de Endovier, uma jovem de 18 anos está cumprindo sua sentença. Celaena é uma assassina e a melhor de Adarlan. Aprisionada e fraca, ela está quase perdendo as esperanças quando recebe uma proposta. Terá de volta sua liberdade se representar o príncipe de Adarlan em uma competição, lutando contra os mais habilidosos assassinos e larápios do reino. Endovier é uma sentença de morte e cada duelo em Adarlan será para viver ou morrer. Mas se o preço é ser livre, ela está disposta a tudo.
‘Trono de vidro’ pode ser considerado um livro do qual eu realmente fugi. Não foi pessoal, não foi por mal, mas eu enrolei para lê-lo.  O primeiro livro da saga Trono de vidro me foi dado pela Carol, é a menina aqui da foto do lado da minha. Então, ela ama essa saga e vem durante ANOS me pedindo para ler, e eu não o fazia, até que ela cansou e me deu o mesmo de natal e colocou nossa amizade em xeque.

Missão cumprida, consegui ler o livro! Ele não foi tudo que eu queria, mas nem de longe foi um livro ruim. Vou falar logo o que me incomodou durante toda a leitura, foram apenas duas coisas. Primeiro ponto, eu não consegui ainda me apegar a nenhum personagem apresentado, isso é altamente pessoal. Já o segundo ponto foi o fato de que eu esperava mais da protagonista. Sim, ela ainda está muito crua, afinal é o primeiro de vários, mas mesmo assim, para ela ter o título que tem Assassina de Adarlan, para mim ela deveria ser mais do que ela é.

Considerações dadas, vamos para o geral.

Para mim a história não começou dizendo ao que veio, isso é interessante, pois durante a saga, nós leitores, vamos nos surpreender bastante ou nos frustrar por ver a mudança de tomada de rumo. Contudo, como o futuro só a Deus pertence, não posso dizer que o que ocorre no primeiro livro me desagradou, só achei que em alguns momentos foi arrastado demais e outros que poderiam ser mais lentos foram rápidos.

O trio Chaol, Dorian e Celaena para mim funciona muito bem, cada um é uma face do dado, que é jogado pelo grande rei tirano, o que vai dar ninguém sabe, como disse, eles ainda estão muito crus nesse primeiro livro, mas nós já sentimos a maturidade chegar e a sensação de que eles ainda têm muito a nos dizer. Entretanto, ainda não sabemos o que.

Celaena é um pouco decepcionante como a grande assassina, mas de resto ela é uma personagem espetacular, pois para mim suas ações são tão humanas e reais, que em vários momentos eu concordava com seu pensamento. Em outros momentos eu a via bobinha demais para ser a grande assassina, talvez se ela não tivesse esse título nas costas, eu fosse achar a mesma mais coerente com quem ela é na história, mas se ela não tivesse esse título, não teríamos história.

Como primeiro livro da série, ele é muito básico para o que a autora está querendo propor, me deixando animada pelo segundo e por toda trama por trás dos personagens. Disse no início da resenha que ainda não me apeguei a nenhum dos personagens, acredito que quando o fizer a leitura será muito mais proveitosa, pois a escrita de Sarah J Mass me surpreendeu.

Comente aqui um livro que foi bom, mas que não te fez se apegar a nenhum personagem.

XOXO.

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