Titulo original: Lover Eternal
Autor: J. R. Ward
Série: Irmandade da Adaga Negra, livro 2
Editora: Universo dos Livros
Páginas: 448
Nas sombras da noite em Caldwell, Nova York, desenrola-se uma sórdida e cruel guerra entre os vampiros e seus carrascos os redutores. Há uma irmandade secreta, sem igual, formada por seis vampiros defensores de sua raça.
Possuído por uma besta letal, Rhage é o membro mais perigoso da Irmandade da Adaga Negra. É o melhor lutador, o mais rápido a reagir e o amante mais voraz, porque em seu interior arde uma feroz maldição lançada pela Virgem Escriba. Possuído por esse lado sombrio, Rhage teme constantemente que o dragão dentro de si seja liberado, convertendo-o num perigo letal para todos à sua volta.
Mary Luce, uma sobrevivente de muitas adversidades, entra de maneira involuntária no universo dos vampiros, contando apenas com a proteção de Rhage. Concentrada em combater sua própria maldição, potencialmente mortal, Mary não está em busca de amor e perdeu sua fé em milagres tempos atrás. Mas quando a intensa atração animal de Rhage se transforma em algo mais emocional, ele sabe que Mary precisa ser sua e de mais ninguém. Enquanto os inimigos fecham o cerco, ela luta desesperadamente para alcançar a vida eterna com aquele que ama...
Cá estamos no segundo
livro da Irmandade das Adagas Negras. Minhas amigas que me falaram dessa série
me animaram muito sobre Amante Eterno. Então acho que fui com muita sede ao pote.
O livro em si é bom. O foco central é no casal,
(o primeiro livro Amante Sombrio não senti isso, para mim foi meio universo, meio casal),
contudo, eu não me apeguei a eles.
O romance começa Instalove, como tantos outros, entretanto mesmo a paixão tendo sido
rápida, o casal teve seu momento, se conhece, e isso de fato foi o que mais me
agradou.
Mary é uma personagem complexa, que viveu muitas
más experiências, e pouca “vida” de verdade. Rhage apesar de ter vivido muito,
tem um fardo pesado a carregar. O que foi bom em mostrar que mesmo com
problemas um casal pode ser doce.
Com isso quero dizer que, eles são um casal que
mesmo tendo problemas, muitos mesmos, não se tratam mal. Na verdade eles cuidam
com delicadeza um do outro, e isso foi bonito de se ver. Seguindo totalmente o
oposto do clichê de casais destrutivos que usam a desculpa de um passado
complicado.
Entretanto, eu não consegui me apegar a eles.
Mesmo para mim sendo claro as qualidades deles, seus passados e entendo seus
sentimentos, eu não consegui criar aquela ligação com eles, o que foi uma pena.
Acredito que isso possa ter sido causado pela expectativa, mesmo sendo agradável,
o casal não me surpreendeu ao todo.
A narrativa foi boa e linear, somente na
resolução da maior tensão da trama que deixou a desejar.
Em Amante Eterno já inicia a história do próximo
casal, nós deixando com uma pulga danada atrás da orelha.
Comente aqui aquele livro que apesar de bom, não
rolou química entre vocês e os protagonistas.


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