sábado, 10 de março de 2018

Resenha: A Pedra Pagã

Nota: 4,5/5
Titulo original: The Pagan Stone
Autor: Nota Roberts
Série: Trilogia Sina do Sete, livro 3
Editora: Arqueiro
Páginas: 271
Partilhando visões de morte e fogo, os irmãos de sangue Cal, Fox e Gage e as mulheres ligadas a eles pelo destino, Quinn, Layla e Cybil, não podem ignorar o fato de que o demônio está mais forte do que nunca e que a batalha final pela cidade de Hawkins Hollow está a poucos meses de acontecer.
A boa notícia é que eles conseguiram a arma necessária para deter o inimigo ao unir os três pedaços de jaspe-sanguíneo. A má notícia é que ainda não sabem como usá-la e o tempo está se esgotando.
Compartilhando o dom de ver o futuro, Cybil e Gage podem descobrir a resposta para esse enigma se trabalharem juntos. Só que, além de não terem nada em comum, os dois se recusam a ceder aos próprios sentimentos. Um jogador profissional como Gage sabe que se entregar a uma mulher como Cybil – com a inteligência, a força e a beleza devastadora dela – pode ser uma aposta muito alta. E qualquer erro de estratégia pode significar a diferença entre o apocalipse e o fim do pesadelo para Hawkins Hollow.
Em A Pedra Pagã, Nora Roberts encerra a emocionante trilogia A Sina do Sete, uma história sobre família, amor e amizade que consegue arrancar arrepios e suspiros de seus leitores.

Para começar, eu estava muito ansiosa pra conhecer Gage melhor, especialmente porque, dentre todos os seis personagens, ele é o que menos tem diálogo e participa nos primeiros volumes anteriores. É claro que isso tem a ver com a personalidade dele, mas despertou bastante a minha curiosidade. 

Essa é uma das razões pela qual eu gostei muito da maior parte do livro. Conhecer mais sobre o problemático do grupo ao ler acerca do desenvolvimento dele ao longo das páginas foi ótimo (GAGE, VOCÊ É INCRÍVEL)! 

Não posso deixar de falar da mulher protagonista, Cybil. Embora tenha tido uma participação grande durante o princípio, em A Pedra Pagã percebi que ela é uma personagem que se aproxima do real. Para explicar melhor: Cybil está longe do clichê nessa história, comparada aos outros. Na verdade, tanto ela quanto o casal que forma com Gage compõem uma dupla madura e com perspectivas bem palpáveis. 

Bem, vamos aprofundar quanto a narrativa em si. O fim da trilogia é realmente bom, atentando também à capa que, assim como as outras, ficou linda demais, trazendo a imagem do que se esperar ao inciar a leitura (só não entendi o porquê dos pássaros). Porém, essa primeira edição veio com alguns errinhos de revisão. 

Agora, o desfecho foi confuso e até decepcionante, porque eu tinha expectativas muito elevadas, mas que eram condizentes. Toda trama, inicialmente, parecia fazer parte de algo bem grandioso e não merecia ter um resultado que eu considerei meio medíocre. É ótimo até certo ponto, porém, depois, parece que os motivos e propósitos se perdem e não fazem tanto sentido, assim como o destino das personagens.

De qualquer maneira, a saga vale bastante a pena e talvez tenha sido minha favorita de 2017 (embora eu esteja escrevendo em 2018). Então, se joguem na Sina do Sete!

Até mais! 


Onde achar: AMAZON / CULTURA / SARAIVASUBMARINO
Outras opiniões: GOODREADS / SKOOB


Nenhum comentário :

Postar um comentário

Know us

Our Team

Contact us

Nome

E-mail *

Mensagem *