quarta-feira, 1 de maio de 2019

Top 5: Triologia A Sina do Sete


A trilogia da A Sina do Sete foi minha porta de entrada para o mundo literário de Nora Roberts. E, para ser bem sincera, eu não possuía nenhum interesse nas obras da autora até o momento em que vi a capa de Irmãos de Sangue. Nesse caso, julgar o livro pela capa me rendeu uma ótima experiência. 
Por isso, agora eu volto a ouvir a trilha sonora que escutei enquanto lia os livros e mergulho de novo nessa aventura para mostrar 5 motivos pelo qual essa saga vale a pena. 

O espaço e os tempos
Se você é uma pessoa nostálgica como eu, ou que pelo menos curte de vez em quando, é sinal de que vai adorar o espaço e os tempos em que o contexto da história está inserida. Do período da colonial dos Estados Unidos onde as crenças e os mistérios eram ainda mais fervorosos e desconhecidos, nasce uma magia, que nos leva até a década de 1980 e, por fim, até os anos 2000. A narrativa se desenvolve entre esses três períodos para mostrar a saga dos protagonistas de maneira a despertar a curiosidade pelo passado para entender o que o futuro aguarda. 

Família 
Os protagonistas masculinos (Caleb, Fox e Gage) se conhecem, de certa maneira, desde que estavam na barriga de suas mães  nascidos no mesmo dia, na mesma cidade e tendo suas matriarcas como amigas. Isso os torna uma grande família onde todos podem buscar o refúgio, conforto e receber todo o amor necessário. E não é diferente quando as personagens Quinn, Layla e Cybil chegam à Hawkins Hollow, sendo igualmente acolhidas. Porém, isso não acontece de forma superficial. Embora não contenha passagens muito longas para descrever tais relações, fica perceptível que não é algo forçado, mas sim, bem maduro da parte de todos. 

O senso de coletividade
Além desse elenco familiar, também há um senso de coletividade muito grande ao redor desses livros. E nesse ponto quero dar um destaque maior às mulheres, pois para o trio masculino é mais aceitável defender a cidade onde cresceram mas, e para as mulheres que nem conheciam aquele lugar até pouco tempo? Apesar dos temores, elas se tornam igualmente guerreiras no quesito "vamos salvar esta cidade!", sendo que poderiam muito bem largar todo aquele horror e voltar a viver normalmente. Em suma, essa questão mostra o que é abrir mão de si por aquilo que é melhor para todos. Ah! e melhor parte é que nenhum deles está sozinho nessa. 

Os romances
Confesso que não sou uma grande fã de casais que sofrem de amor à primeira vista e muito menos daqueles que se amam ardentemente logo de primeira. Como para tudo tem uma primeira vez, essa foi a minha de não resistir a esse tipo de desenvolvimento rápido na relação dos personagens. O motivo é muito simples: não tem como não se deixar levar e torcer para que tudo entre eles dê certo! Além do mais, há uma corrente inquebrável que os conecta de maneira intensa. 

A magia
Por fim, quero deixar o melhor para o final. Sou apaixonada por ficções que exploram magia, e fica ainda melhor quando acontece numa cidadezinha de interior onde as florestas são densas, frias e o sol pouco consegue penetrar pelas árvores, ou seja, um clichê maravilhoso! Os acontecimentos narrados me levou a uma digna viagem pelo tempo na companhia do desconhecido. 

OBS: Caso queiram saber a música que não parava de tocar enquanto eu fazia essa leitura, foi Riverside da Agnes Obel.




Até mais!

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