Nota: 2.5/5 estrelas
Título original: City of Lost Souls
Autor: Cassandra Clare
Série: Os Instrumentos Mortais, livro 5
Editora: Galera Record
Páginas: 434
Essa resenha contém spoilers do livro
anterior, Cidade dos Anjos Caídos, por isso,
cuidado com as palavras a seguir.
Quando Jace e Clary
voltam a se encontrar, Clary fica horrorizada ao descobrir que a magia de
Lilith, um demônio muito poderoso, ligou Jace ao perverso Sebastian,
transformando o Caçador de Sombras em um servo do mal. A Clave decide destruir
Sebastian, mas não há nenhuma maneira de mata-lo sem destruir Jace. Clary e
seus amigos, no entanto, irão tentar mesmo assim. Ela está disposta a fazer
qualquer coisa para salvar o namorado, mas ainda pode confiar nele? Ou ele está
realmente perdido?
Se tem uma palavra que consegue definir bem como eu me
sentia durante essa leitura é indignada. INDIGNADA, pois o livro me pareceu uma
colossal perda de tempo, mas como estamos na reta final, a gente segue em
frente. Nem preciso dizer que vai ter spoilers aqui né?
Pegando o final de ‘Anjos Caídos’, Jace e Sebastian estão
desaparecidos, Clary não sabe viver sem seu grande amor *insira virada de
olhos* e o resto da gangue tenta levar a vida, mas com os pensamentos ou em
Jace ou em Clary, porque afinal, tudo gira em torno desses dois. Daí você se
pergunta: tá, mas qual é o plot desse livro? Primeiro, encontrar Jace e
segundo, quebrar a ligação entre ele e Sebastian. SÓ ISSO E MAIS NADA!!! Não
tem plot nesta boston! É só uma grande caça de gato e rato atrás deles.
Já devo ter dito isso umas 1000 vezes, mas não canso de
repetir: Jace e Clary são um dos piores casais literários que existem. Eles são
um porre! Clary não faz boston nenhuma o livro inteiro (só no finalzinho), só
sabe ficar beijando Jace e admirando como a beleza dele é angelical (aff cansei
dessa m*rd*). E se Valentim já era um vilão péssimo, Sebastian então pode ser
considerado uma caricatura de vilão. Suas ações não me convencem, seus motivos
são chulos e sua presença é extremamente irritante.
As únicas partes que realmente pude apreciar eram
narradas pelo Grupinho do Bem (Simon, Isabelle, Magnus, Alec, Jordan e Maia)
que estavam cheios de boas intenções e planos completamente suicidas. No
entanto, até essas partes foram um grande nada, apesar de serem infinitamente
mais interessantes que a sessão Sebastian/Clary/Jace. Cassandra realmente
merece um prêmio por saber manter a atenção do leitor com sua narrativa, porque
não importa quantos problemas você possa achar, há algo completamente viciante
nas suas histórias que nos fazem prosseguir com a leitura.
Simon continua sendo meu crush favorito e alvo especial da autora pra fazer sofrer a todo
instante, e depois desse livro quero só ver como vai desenrolar o fato dele
estar sem a Marca. Acho incrível o fato de que apesar de tudo que lhe
aconteceu, ele continuar sendo fiel a sua essência; dentre todos é o mais
sentimental, mas sempre pensando em seus amigos. Izzy é a metade perfeita e faz
o contraponto certo para sua personalidade brincalhona, fazendo deles meu
segundo casal favorito.
Claro que meu casal favorito só poderia ser Malec (Magnus
+ Alec), todavia Alec estava só dando corda desde ‘Anjos Caídos’ pra se
enforcar no seu relacionamento com Magnus e do jeito que as coisas foram nesse
volume foi bem feito pra ele o que aconteceu. Estou super triste, mas estou do
lado do Magnus (e torcendo para que tudo se resolva no último livro).
De todos da série TMI, esse será sempre o pior e o mais
odiado por mim, porque você escrever um livro de 500 páginas, onde
absolutamente nada acontece nas 400 primeiras e só colocar a ação nas últimas
100 e nem isso causar tanto impacto assim, é querer achar que sou trouxa (e
sou, porque acabei lendo até o fim).
E vocês? O que vocês acharam desse volume?
Beijinhos!




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