Titulo original: Clockwork Angel
Autor: Cassandra Clare
Série: As Peças Infernais, livro 1
Editora: Galera Record
Páginas: 392
Tessa Gray tem um anjinho mecânico pendurado no pescoço, um presente de família do qual nunca se separa. O tique-taque do pingente faz com que ela se sinta segura junto à lembrança dos pais, que já morreram. Mal sabe Tessa que esse barulhinho muito em breve vai se tornar o odioso som de um exército comandado por forças do Submundo. Com os Caçadores de Sombras e seu recém-descoberto poder sobrenatural, ela enfrentará uma guerra mortal entre os Nephilim e as máquinas do Magistrado, o novo comandante das trevas na Londres vitoriana.
“Anjo mecânico”, primeiro
livro da trilogia “Peças infernais”, de todos, é o mais expositivo. Nele nós
conhecemos os protagonistas, Tessa, Jem e Will, assim como os personagens
secundários que vão nos cativar ao decorrer da saga. Nesse mesmo livro, para quem
já leu a saga “Instrumentos Mortais”, vamos começar a
comparar o quanto a Clave mudou no decorrer dos anos, o que francamente, eu
achei muito pouco.
Tessa, nossa protagonista, é
a típica jovem inocente, seguindo um parente o qual ela é muito apegada e não
tem para onde voltar. Por conta disso acaba se metendo num mundo de aventuras,
o qual ela não pediu para entrar, mas também não teria como fugir, era seu
destino.
Jem e Will são o charme do
livro. Eu tenho uma teoria que Cassandra Clare deixa as tramas mais complexas
para os personagens masculinos e as mais fracas para os femininos, fazendo
assim a gente se apegar mais a ELES do que ELAS.
Num primeiro momento, quando
conheço Will o acho muito parecido com Jace e isso me incomoda, durante a
leitura toda desse primeiro livro foi difícil não compará-los. Já Jem, é
diferente de todos os personagens que eu já havia conhecido da autora, me
agradando por ser exatamente “o ponto fora da curva”.
Entre diálogos divertidos,
uma Londres automatizada, e a revolução industrial, o mundo dos caçadores de
sombras é mais sombrio, mas ainda assim muito interessante. Com a narrativa um
pouco mais corrida do que em “Instrumentos Mortais” a autora nos mostra um novo
olhar dentro do seu próprio mundo.
Comente aqui o que vocês acham
dessa coisa de spin-off de séries já amadas. Eu particularmente amo.
XOXO.



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